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Rota do Cangaço: o passeio de barco até a Grota do Angico

Atualizado em 2 de novembro de 2026

Piranhas é uma cidade ligada para sempre à história do cangaço. Foi daqui que partiu, em 1938, a tropa que cercou Lampião, Maria Bonita e parte do bando na Grota do Angico. Dias depois, as cabeças dos cangaceiros foram expostas na escadaria da prefeitura, no Centro Histórico. A Rota do Cangaço é o passeio que refaz esse caminho.

Como funciona

O passeio sai de barco do cais do Centro Histórico de Piranhas. A embarcação navega pelo leito do Rio São Francisco, passando por comunidades ribeirinhas, até a base do Angico, já do lado sergipano. De lá, uma trilha de cerca de 680 metros pela caatinga leva até a grota onde Lampião e seu bando foram mortos.

Guias de viagem citam valores em torno de R$ 135 por pessoa para o passeio de barco saindo do cais, e cerca de R$ 30 para a trilha da Grota do Angico, cobrada na base. Os preços mudam, então confirme antes.

A história em poucas linhas

Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, liderou por quase duas décadas o grupo de cangaceiros mais conhecido do Nordeste. Em julho de 1938, uma volante (tropa da polícia) saiu de Piranhas e surpreendeu o bando acampado na Grota do Angico, às margens do São Francisco. Lampião, Maria Bonita e outros cangaceiros morreram no ataque.

O episódio marca o fim do cangaço como fenômeno e está presente em toda a cidade: no Museu do Sertão, nos nomes de ruas e estabelecimentos e no artesanato.

Dicas

Rota do Cangaço ou cânions do Xingó?

São passeios diferentes. A Rota do Cangaço sai do centro de Piranhas e tem foco histórico. O passeio aos cânions do Xingó sai de Olho d'Água do Casado ou de Canindé de São Francisco e tem foco na paisagem e no banho de rio. Com dois dias, dá para fazer os dois.

Reserve pelo site

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